Confira a entrevista feita pela jornalista Camila Saccomori do jornal Diário Catarinense, caderno TV Show e site
Clic RBS de domingo, estado de Santa Catarina, realizada no set de gravações do seriado The Following do canal Fox americana.
Entrevista!
Astros de "The Following" avaliam as transformações de seus personagens na segunda temporada.
O diretor Marcos Siega e os atores Kevin Bacon, James Purefoy e Shawn Ashmore falam sobre os rumos da série.
Ele perdeu o amor de sua vida, o cargo de consultor no FBI e a (quase nula) paz de espírito que tinha. Foi ao fundo do poço, como era de se esperar. Um ano depois, deu a volta por cima. Tanta normalidade, porém, não cai bem ao protagonista de The Following, uma das séries mais assistidas nos Estados Unidos entre o público de 18 a 49 anos e que faz sucesso no Brasil.
Por baixo dos panos, o mocinho Ryan Hardy, vivido por
Kevin Bacon (foto), investiga a suposta morte do serial killer Joe Carroll (James Purefoy). Após provar que sua teoria tem fundamento e que Joe está vivo, Ryan não pretende parar.
– A obsessão foi mais fundo. E mais fundo – contou Kevin Bacon em coletiva de imprensa em Nova York em fevereiro. – Não se trata de fazer justiça, e sim de afundar um picador de gelo na cabeça de Joe.
O clima de caçada da primeira temporada foi substituído pelo de revanche. Até o quinto episódio, exibido na última sexta, na Warner, o que se viu foi um Ryan sem medo de morrer ou matar. Envolto em uma vibe Jack Bauer (herói sem muitos limites morais em sua eterna jornada para salvar o mundo), o ex-agente de The Following virou um justiceiro, e a palavra tortura entrou para o vocabulário.
– Ser adulto é ter responsabilidade sobre seus atos e reconhecer as coisas sobre as quais se é impotente. Mas Ryan é incapaz disso. Ele se sente responsável por tudo de ruim que acontece ao seu redor. É um fardo que torna a existência dele quase insuportável – diz o ator, que assinou contrato de seis anos para a série.
Ainda atormentado pelo fantasma de Claire (Natalie Zea), Ryan até cogitou um romance com a bilionária Lily (Connie Nielsen), que se revelou mais psicopata do que todos os demais devotos a Joe. Se já era tenso para o mocinho combater uma seguidora apaixonada (a fiel Emma, vivida por Valorie Curry), agora em dobro será pior. Este é o cenário que Ryan enfrenta nos próximos 10 episódios (o final será em 16 de maio no Brasil). Até lá, Joe Carroll, cercado por groupies, irá colocar em prática seu novo plano.
– As coisas nunca vão ser fáceis para mim – brinca Kevin Bacon, falando como Ryan.